É por isso mesmo, que a maioria dos visitantes da exposição se sente defraudada ao saírem para a longa avenida adjacente ao Central Park, questionando-se se o universo singular da artista se poderá cingir ao seu lado mais superficial. E a resposta é obviamente não!
Vemos, ouvimos, lemos e experimentamos. Tanto quanto possível pensamos pela nossa própria cabeça...
domingo, março 15, 2015
SONORIDADES: Björk no MOMA
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