Quer em Veneza, quer em Florença, Mark Twain desfila diante de milhares de quadros, que repetem os mesmo temas religiosos e pouco o sensibilizam. Por muito que sejam assinados por Ticiano, Tintoretto ou qualquer outro grande mestre.
Nesse sentido os documentários de Hector Obalk ou os seus apontamentos de reportagem para a magazine televisiva «Metrópolis» do canal franco-alemão ARTE servem-nos de reeducação. Porque mesmo nos quadros mais anódinos de santos ou de paisagens campestres surgem pormenores, que muito revelam sobre as preocupações do artista ou os valores da sociedade em que se integrava. E essas descobertas são passos firmes e decididos na nossa conquista do conhecimento. E é este o que melhor nos dota dos meios para nos entendermos e ao mundo à nossa volta...
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