O livro de viagens do grande escritor norte-americano continua a levar-nos para as cidades mediterrânicas na segunda metade do século XIX. Desta feita Génova com os seus palácios em pedra maciça, de grandes pés direitos, e com estreitas ruas de onde se espreitam nesgas de céu por entre telhados, que quase se tocam.
A época áurea do comércio marítimo já era apenas saudade, mas a cidade especializara-se em filigrana de prata…
Também relacionado com as pessoas da cidade o conselho de não se fumar tabaco italiano: é que o escritor e os companheiros de viagens vêem-se ali perseguidos por uma caterva de vagabundos ansiosos por recolherem as beatas por eles fumadas. Presume-se que para aproveitamento dos restos em novas misturas comercializáveis.
E há, enfim, o famoso e faustoso cemitério de esculturas incomparáveis. Que as descrições de Twain antecedem muitas outras, mais recentes, sobre tal espaço. Segundo guias especializados o único a merecer visita na cidade em causa...
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